Abstract
This article examines the role of transcription within ethnomusicology, situating it as both a crucial methodological tool and a site for critical dialogue between transcribers and musicians. While acknowledging the historical critiques of transcription’s subjectivity and potential for misrepresentation, it advocates for a collaborative approach that fosters (hard) conversations about musical structure, inspiration, authorship, and cultural context. The author proposes a framework wherein transcribers and musicians work together to refine and discuss transcriptions, echoing the collaborative efforts of Richard Widdess and Ritwik Sanyal (Widdess 1994) and Phillip Ciantar and Frans Baldacchino (Ciantar 1996) in their exploration of improvised performance. Drawing on his interactions with Letieres Leite, the late director of Orkestra Rumpilezz, the author reaffirms transcription’s relevance in contemporary ethnomusicological research while addressing the complexities of (mis)representation in musical analysis.
Resumen
Este artículo examina el papel de la transcripción en la etnomusicología, considerándola tanto una herramienta metodológica crucial como un espacio para el diálogo crítico entre transcriptoras/es y músicas/os. Si bien reconoce las críticas históricas a la subjetividad de la transcripción y su potencial de tergiversación, aboga por un enfoque colaborativo que fomente conversaciones (a veces difíciles) sobre la estructura musical, la inspiración, la autoría y el contexto cultural. El autor propone un marco en el que investigadores/as y músicos/as trabajen conjuntamente para refinar y debatir las transcripciones, siguiendo el ejemplo de los esfuerzos colaborativos de Richard Widdess y Ritwik Sanyal (Widdess 1994) y Phillip Ciantar y Frans Baldacchino (Ciantar 1996) en su exploración de la interpretación improvisada. Basándose en sus interacciones con Letieres Leite, el difunto director de la Orkestra Rumpilezz, el autor reafirma la relevancia de la transcripción en la investigación etnomusicológica contemporánea, abordando al mismo tiempo las complejidades de la representación en el análisis musical
Resumo
Este artigo examina o papel da transcrição em etnomusicologia, situando-a como uma ferramenta metodológica crucial e um espaço para o diálogo crítico entre transcritores e músicos. Ao mesmo tempo reconhecendo as críticas históricas à subjetividade da transcrição e ao seu potencial de distorção, o artigo defende uma abordagem colaborativa que promova discussões incómodas, mas produtivas, sobre estrutura musical, inspiração, autoria e contexto cultural. O autor propõe uma estrutura na qual pesquisadores e músicos trabalham juntos para refinar e discutir as transcrições, ecoando os esforços colaborativos de Richard Widdess e Ritwik Sanyal (Widdess 1994) e Phillip Ciantar e Frans Baldacchino (Ciantar 1996) em suas explorações da performance improvisada. Com base em suas interações com Letieres Leite, o falecido diretor da Orkestra Rumpilezz, o autor reafirma a relevância da transcrição na pesquisa etnomusicológica contemporânea, ao mesmo tempo que aborda as complexidades da representação na análise musical.
